segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Always

Ontem eu tive um sonho, sonhei que estava morrendo e a partir disso fiquei pensando, quando a dor se tornou parte de mim?
Já não sinto dor e nem tristeza, já não tenho medo das feridas e cicatrizes que me rodeiam. Eu pensava que não iria achar uma bóia, mas achei. Ela me levou até a cidade, onde eu construirei minha própria muralha. Já chega de correr atrás da borboleta, já chega de se fazer de vítima. Me pergunte e eu responderei, só não me culpe com a resposta que irei dar.
Eu fico melhor assim, endurecida. Pois sentimentos são como partículas alfa, em grandes quantidades, destroem as células... Destroem você.
Não, nada de lágrimas, meus olhos já estão velhos para chorar... E as cores estão desbotando aos poucos, a medida que eu vivo, que eu respiro, que eu sinto.
Esperar faz bem, porém fazer alguém esperar, de vez em quando, é melhor ainda. Nem todo mundo tem a capacidade de esperar... Por isso é sempre bom tirarmos um prova básica.
Sim, eu irei pensar em mim... Nada de autopiedade. Todos merecem ser feliz, até eu.





"(Quando isto começou)

Eu não tinha nada a dizer
E eu me perdi no nada dentro de mim
(Eu estava confuso)
E eu deixo tudo isso sair para descobrir
Que não sou a única pessoa com essas coisas em mente

(Dentro de mim)
Mas todo o vazio que as palavras revelaram
É a única coisa real que me resta para sentir
(Nada a perder)
Simplesmente preso, vazio e sozinho
E a culpa é toda minha, e a culpa é toda minha

Eu quero me curar, eu quero sentir
O que eu achei que nunca fosse real
Eu quero deixar ir essa dor que segurei por tanto tempo
(Apagar toda a dor até que ela se acabe)
Eu quero me curar, eu quero sentir
Como se estivesse perto de algo real
Eu quero achar algo que eu sempre quis
Algum lugar ao qual eu pertença"


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