segunda-feira, 23 de junho de 2014

Por trás de Auld lang syne

Auld lang syne é um poema criado pelo escocês Robert Burns em 1788 e futuramente foi ajustada para uma canção popular, tradicionalmente cantada no início do ano novo.
Apesar de ser uma canção com uma melodia triste e vaga (bem como aquele sentimento de deixar o velho para trás, típico de fim de ano). Muitos países pegaram o hábito de cantar a Auld lang syne.
Um curiosidade, é esta música também é conhecida com a "The Song that Nobody Knows"' (A música que ninguém conhece). Por que apesar de famosa, ninguém sabe a letra dela até o final.

De acordo com o wikipedia:
"Robert Burns enviou uma cópia da canção original para Museu musical escocês com a observação: “a canção seguinte, uma velha canção, dos tempos velhos, e que nunca esteve na impressão, nem até no manuscrito até que eu o derrubasse de um velho homem"Alguns versos líricos de fato foram "reunidos" e não compostos pelo poeta; o verso "Old Long Syne” impresso em 1711 por James Watson mostra uma semelhança considerável como primeiro verso do poema de Burns.
Há alguma dúvida se a melodia usada hoje na Escócia e no resto do mundo é a mesma escrita por Burns."

A observação de Robert, para os ocultistas, faz referência a Lemúria, o continente perdido como Atlântida. Diz a lenda que quando Lemúria estava afundando em sua própria destruição, as pessoas estavam cantando essa música, se referindo aos bons e velhos tempos.


"Should auld aquaintance be forgot
and never brought to mind?
Should auld aquaintance be forgot
and auld lang syne!

For auld lang syne, my dear
For auld lang syne
We'll take a cup of kindness yet
For auld lang syne

And surely you will buy your cup and surely I'll buy mine
And we'll take a cup of kindness yet
For auld lang syne

We two have run about the slopes
And picked the daisies fine
But we've wandered many a weary foot
Since auld lang syne

For auld lang syne, my dear
For auld lang syne
We'll take a cup of kindness yet
For auld lang syne

We two have paddled in the stream
From morning sun til night
But the seas between us broad have roared
From auld ang syne

For auld lang syne my dear
For auld lang syne
We'll take a cup of kindness yet
For auld lang syne
We'll take a cup of kindness yet
For auld lang syne"


"Os antigos conhecidos deveriam ser esquecidos
e nunca relembrados?
Os antigos conhecidos deveriam ser esquecidos
e os velhos tempos.

Pelos velhos tempos, minha querida
Pelos velhos tempos
Ainda tomaremos uma xícara de bondade
Pelos velhos tempos

E certamente, você pagará pela sua e eu pela minha
Ainda tomaremos uma xícara de bondade
Pelos velhos tempos

Nós dois já corremos pelas colinas
E colhemos margaridas
Mas já vagamos cansados por muitos lugares
Desde os velhos tempos

Pelos velhos tempos, minha querida
Pelos velhos tempos
Ainda tomaremos uma xícara de bondade
Pelos velhos tempos

Nós dois remamos na corrente
Do Sol da manhã até a noite
Mas os mares entre nós já bravejaram muito
Desde os velhos tempos

Pelos velhos tempos, minha querida
Pelos velhos tempos
Ainda tomaremos uma xícara de bondade
Pelos velhos tempos
Ainda tomaremos uma xícara de bondade
Pelos velhos tempos"

No Brasil, a auld lang syne ganhou sua versão, intitulada de "A valsa da despedida" interpretada por João de Barro (Braguinha).

"Adeus amor
Eu vou partir
Ouço ao longe um clarim
Mas onde eu for irei sentir
Os teus passos junto a mim
Estando em luta
Estando a sós
Ouvirei a tua voz.
A noite brilha em teu olhar
A certeza me deu
De que ninguém pode afastar
O meu coração
Do seu.
Então na terra
Onde for
Viverá o nosso amor.
A luz que brilha em teus olhar
A certeza me deu
De que ninguém pode afastar
O meu coração
Do teu.
No céu na terra
Onde for
Viverá o nosso amor."

Curiosamente, essa música é cantada pelos formandos da Escola de Especialistas de Aeronáutica da Força Aérea Brasileira na cerimônia de graduação dos novos Sargentos.
A canção Auld lang syne também é tema do filme "A ponte de Waterloo" um romance antigo, que se passa na época da 1º guerra mundial.
Aqui alguns vídeos

James Taylor - Auld lang syne (minha versão favorita)

Susan Boyle


Auld lang syne e o filme "A ponte de Waterloo"




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E você? Já cantou alguma vez a Auld lang syne?
Beijos queridos caotinhos.

sábado, 21 de junho de 2014

Por trás de Greensleeves

Quando eu ganhei meu teclado de presente, há uns 10 anos. No menu de música, tinha essa chamada de "Greensleeves" ou manga verde (não manga de comer, manga de blusa mesmo). A música faz parte do folclore inglês e acho que estaria supostamente relacionada a um homem. 
Nas lendas europeias que eu conheço, eu acho que a greensleeves estaria relacionada ao Robin Hood ou ao Homem verde (um Deus na crença Wicca). Mas sua origem, ainda é um mistério.

De acordo com a letra, podemos concluir que se trata de uma mulher deixada pelo seu amor.

"Alas my loue, ye do me wrong,
to cast me off discurteously:
And I haue loued you so long
Delighting in your companie."

(versão original, já que a música sofreu modificações para o inglês moderno)

"Ai, meu amor, você me faz mal,
Por rejeitar-me sem cortesia.
Pois eu vos amei bem e longamente,
Deleitando-me em sua companhia."


"Greensleeues was all my ioy,
Greensleeues was my delight:
Greensleeues was my heart of gold,
And who but Ladie Greensleeues."


"Manga verde foi toda a minha alegria
manga verde foi o meu deleite,
manga verde foi o meu coração de ouro,
Quem mais, senão minha senhora manga verde."


Essa canção me comove bastante, por que a melodia dela é bem tocante. Um envoltório de mistério, tristeza e felicidade.
Apesar de muito antiga, a música greensleeves nunca foi registrada por ninguém e sempre é interpretada por vários artistas, desde a famosa banda de power metal Stratovarius, até a cantora celta Loreena McKennitt. Também é interpretada por apenas vozes, flauta, violão, harpa e piano. As minhas versões favoritas são piano e apenas vozes.

Aqui algumas versões, na qual eu gosto muito.


The King's Singers - Greensleeves






Greensleeves versão piano



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Beijos galáxicos...