terça-feira, 10 de setembro de 2019

Dor em salvas


Ela nunca tinha me feito sofrer tanto, quanto agora. Eu nunca tinha sentido este vazio antes. Essa dor é nova para mim e eu ainda não assimilei bem. É como um vírus, meu corpo está lutando contra isso e eu estou cansada. Eu não sei o que eu faço para aliviar os sintomas. 
Uma gripe geralmente dura 1 semana, mas isso tem durado 1 mês. Será que eu vou perder dessa vez?
Meu mundo já não é mais o mesmo e eu estou com medo da minha mente. São nessas horas que a gente enxerga o quanto estamos verdadeiramente sozinhos. Por que ninguém está nem aí. É irônico falar disso no mês em que estamos. Setembro amarelo, mês de combate ao suicídio. Amarelo sempre foi uma das minhas cores favoritas.
Eu estou escutando essa música agora: Inuyasha - O poder da alma
Ela me inspira a lutar um pouco mais, por que é tema da minha personagem favorita de Inuyasha.
Eu tenho estado confusa como nunca me senti na vida, por que não sei em qual realidade acreditar. Será mesmo você uma vilã? Ou sou eu que estou delirando?
Você se encaixa nos requisitos. Eu não.
Eu passei a vida me desculpando por coisas que eu não fiz. Vivi sendo desrespeitada, na impossibilidade de falar ou chorar e agora, quando a única coisa que me restou foi o rancor, eu não preciso mais ficar calada.
Eu nunca fui culpada. Eu me responsabilizo pelos meus atos. Agora o que as pessoas que estão ao meu redor fazem e as consequências que isso gera. Não é minha obrigação consertar. Então não adianta dizerem que eu devo costurar o que foi rasgado, por que não vai adiantar mais nada agora. Você destruiu tudo que tínhamos ao longo de todos esses anos e agora é tarde demais para voltar atrás. Eu estou desmontada, talvez um dia eu volte a encaixar as peças, uma por uma, mas agora, nesse momento, eu prefiro guardar tudo em uma caixa. Não é você que vai me "consertar" por que eu não estou quebrada.
Você não vai me amar do jeito que eu sou e eu parei de me importar, por completo.



quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Um pontinho de luz

Chega um momento da nossa vida que a gente se sente perdido e sozinho. Como se algo faltasse bem lá no fundo do nosso coração. Um vazio. Um sonho perdido e não realizado. 
Queria tanto ir para os lugares que eu gostaria de ir, mas infelizmente não tenho dinheiro por que não trabalho (sim, eu mando currículo todos os dias). Pegar ônibus exige dinheiro e o que eu tenho, preciso economizar. Só precisava de uma oportunidade.
Eu tento ajudar as pessoas, tento mesmo, por que não faz sentindo ser ruim para alguém, sabendo que você pode ajudar. Só que eu não sou o tipo de pessoa que fica puxando o saco ou pedindo as coisas, acho isso ruim. Sou fã de uma certa empresa e recentemente conheci algumas pessoas que trabalham nela, foi ao acaso, eu nem sabia. Queria que me dessem um emprego kkkkk...
Há algo de muito errado nesse mundo e eu ainda não descobri o que é. Parece que as coisas não funcionam como deveriam funcionar.
Queria ter a chance de ser reconhecida por meus talentos e ter a oportunidade de ter algo de concreto.
Só um desabafo momentâneo, hoje foi um dia na qual eu quis muito voltar ao passado, quando eu era uma criança...




sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Papo de filhos: Quando ir embora?

"Eu gosto do verde. A cor é vívida e me faz lembrar que ainda continuo respirando."

Chega um momento da nossa vida, que morar com os pais se torna algo difícil. Eis que surge a pergunta: Quando ir embora?
Quando tivermos estabilidade financeira ou uma casa para morar?
A verdade é que conviver com os nossos pais, depois de termos uma certa idade, é complicado. Muitas opiniões, gostos e até o respeito, deixam de existir. Aos olhos deles, a gente sempre será um "Subordinado" uma criança, que não tem responsabilidade o suficiente para encarar o mundo e logo, não podemos fazer muita coisa, na casa onde um dia chamamos de lar.
Opinar, fazer o bem... Por que os pais são tão intolerantes?
Tudo que fazemos parece ser o fim do mundo. Se quebrarmos um ovo, se derramamos uma colher no chão, tudo parece grandioso demais para ser alvo de reclamação. Mas por que, quando são eles que fazem isso, é algo tão banal que deixa se passar em branco?
Eu não entendo isso.
Os pais querem tanto que os filhos aprendam a dialogar e contar seus problemas, mas na primeira oportunidade, mandam você calar a boca, por que para eles é conveniente, só serve o que eles querem ouvir. Tudo que sentimos e somos, não passa de uma ilusão. Somos proibidos até de pensar. Por que pensar diferente não está no script e logo, é intolerável.
As vezes me sinto sufocada, não pelos meus pais, mas pelas ações deles, que muitas vezes são erradas. Por que é tão difícil encarar a verdade e pensar racionalmente? Tenho a impressão de que sou velha demais para um corpo e uma alma tão jovem. Não me sinto bem faz um tempo, por que nunca consigo achar algum lugar que eu me encaixe, eu cansei de procurar, cansei de ajudar as pessoas, cansei até de olhar e procurar por elas. Concentrei em mim. Suco concentrado de Pollyanne.
Eu me pergunto o que eu faço aqui, qual é o meu propósito e o que eu devo fazer? Quando eu acho que achei alguma coisa, sempre tem alguém que me põe para baixo ou uma situação que me faça chorar.
Acho que essa seria a resposta correta, para a pergunta... Devemos ir embora quando começamos a nos afogar com nossas próprias lágrimas.



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Você sempre será bem vindo no mundo caótico!
Beijos galáxicos!


Músicas que quase ninguém repara

Existem determinadas músicas instrumentais ou com letras, que tocam em séries ou filmes e que quase ninguém repara, mas... São lindas e dão um toque profundo no âmbito de nossas emoções.
Confira:


Da série francesa "Les revenants" (Os fantasmas) Essa música tem um toque melancólico e bem bonito. Ela toca quase sempre quando aparece um momento de reflexão, tristeza ou despedida, na série.


Como o nome já diz "A alma ascendente" essa música é tocada em lembranças boas e momentos bons da menina fantasma do filme "O navio Fantasma". Nos dá uma sensação de esperança e felicidade.


Amor trágico ou triste, essa música me faz lembrar isso. Do dorama "Love Rain" essa música é tocada na primeira parte da série, quando a mesma é ambientada nos anos 70.


Essa música toca na versão de Annie (2014) e além de motivadora e bem inspiradora, a letra é linda com a orquestra de fundo.


Da famosa série "Hana yori dango" essa música instrumental sempre tocava quando os protagonistas estavam se encontrando e logo se separando novamente. É uma música que eu encaro como transição, que faz a gente lembrar do passado como algo bom.


Da série de mesmo nome, essa música é bem legal, sempre que acontecia algo ruim, essa música tocava. Dava um ar de reflexão, para a gente pensar nas coisas que aconteceram ou fizemos.


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Beeeeeeijos galáxicos!




segunda-feira, 29 de julho de 2019

Canal "O controllador"

Olá, queridos caotinhos, vocês curtem jogos?
Pois bem, vim indicar o canal de um amigo chamado Rodrigo, mais conhecido como "O controllador" - Eu estava sem tempo (não me diga? kkk) então não tinha visto ainda a gameplay de um jogo bem interessante chamado "Celeste" que ele havia feito e como eu gosto muito de gameplay, vim trazer essa novidade para vocês!
Se não é pedir muito, se inscrevem no canal dele, também, por que ele posta vídeos muito legais e além de papear sobre política, debate vários assuntos bem interessantes para abrir nossa mente.


Celeste

É um jogo de plataforma lançado em 2018, desenvolvido pelos Canadenses Matt Thorson e Noel Berry. Na realidade, esse game foi criado para durar quatro dias, já que era um protótipo para o torneio da Game Jam (Que inclusive, já está rolando as inscrições desse ano), mas, para a nossa alegria, acabou sendo expandido e lançado completamente. 
Tudo começa com os jogadores controlando uma personagem chamada Madeline, enquanto ela vai subindo uma montanha, se desviando de vários obstáculos, ela tem que pular e escalar por um certo limite de tempo e ir coletando os morangos.
Com seu ambiente em bits e suas frases e enredos que nos fazem refletir sobre a ansiedade e depressão e trilha sonora profunda e nostálgica, Celeste recebeu uma crítica aclamada e foi premiado como o melhor jogo independente e melhor jogo impactante e foi até indicado para o Jogo do ano. 
Ficou curioso (a)? Então vamos jogar...
P.S: Esse jogo me lembrou muito o Child of light!


Canal do Rodrigo -> Acesse aqui
Link da gameplay -> Teletransportar
Sobre a Game Jam -> Facebook



GoStOu Da PoStAgEm?
Então comente aqui se você já jogou esse jogo ou se tem vontade de jogar assim como eu? E não esquece de curtir a página do mundo ali ao lado -------------> Seja um caotinho e beijos galáxicos com bastante poeira espacial (É poeira, não baba) kkkkkkkkkkkkk

sexta-feira, 12 de julho de 2019

Papo de filhos: Dizem que no mar tem tubarão

E realmente, tem.
Eu adoro escrever através de metáforas, analogias e simbolismo. Essa postagem não irá ser diferente. As vezes, não me sinto motivada a escrever, existe algo me puxando para a cama, como se meu corpo estivesse o tempo inteiro cansado. Eu tenho ido a terapia e sei que uns 60% do tratamento, é por minha conta. Eu fico ansiosa demais pelo futuro, meus pensamentos fervem na minha cabeça e o caldo acaba entornando, queimando tudo que toca.


Existem situações nas quais eu preciso tomar uma decisão e é difícil, me sinto perdida e confusa. As coisas que a gente tanta segura, são as primeiras a irem embora e no final, acabamos sozinhos de qualquer maneira.
Eu ligava demais para os outros, tentar ser aceita e eu não sei por que desenvolvi esse espírito de carência que precisa de aprovação das pessoas ao meu redor. Que saco! Aprendi que precisamos nos aceitar e entender que nós não agradamos todo mundo, só precisamos seguir em frente fazendo o bem.
No mar de pessoas, sempre tem alguém que é o tubarão. Aquela pessoa que caga e anda para você ou aquela pessoa que quer te ver no chão ou pior, aquela pessoa que se diz ser seu amigo e no final, só quer estar por cima.
Quantos tubarões você conhece?
Quantos tubarões você já conheceu?
Quantos tubarões você irá conhecer?

Seria ótimo se nós pudéssemos prever o futuro, não é mesmo? Isso evitaria da gente se magoar. Bem, não querendo ser arrogante, mas espero que tanto eu, quanto você que está lendo isso e de alguma forma se identificou, "brilhemos" e muito por que prego que se destaca é martelado...





quarta-feira, 29 de maio de 2019

Mini reflexão sobre animais

Eu nunca pensei muito sobre isso, sobre os animais em si, mas especificamente em cachorros e gatos. Sempre tive esses dois muito presentes em minha vida, até comentei em um post aqui no blog sobre a história da Naila, uma gatinha que eu tive quando criança. Mas recentemente, ao ver tantas amigos com seus 5 ou 10 gatos, exaltando-os ou sei lá, fazendo postagens sobre animais, me peguei pensando em todos os que eu já tive e pensando em todos que estão largados por aí, esperando adoção ou precisando de ajuda. Caotinhos, é impossível não olhar para os animais e não enxergar um ser semelhante a nós, que anda, que come, respira e entende mesmo que de um modo diferente, o que ocorre ao nosso redor e fico me perguntando como as pessoas tem a coragem de fazer mal para os bichos. Como? Talvez eu seja dramática demais, mas eu realmente não entendo e não consigo ver maus tratos, sério, gente, isso me dá um ruim que vocês não tem idéia.
Passei a pensar muito nisso, quando comecei a reparar que os olhos do meu Ted, estão ficando branquinhos... O sinal da velhice. São 11 anos de convivência, como é que eu vou superar 11 anos de Ted na minha vida? Me sinto triste...
... Tristeza por que meu cachorro está envelhecendo, eu sei que é esquisito isso.


O Ted é um poodle misturado, mas não sabemos qual é a outra raça, os irmãos dele nasceram tudo com cara de poodle. Alguns brancos e outros pretos e tudo com o cabelo enroladinho. Já o especial nasceu com o cabelo espetado para cima, parecendo um Maltês. E não, ele não está precisando de um banho (como todos dizem) ele nasceu com essa cor, encardido kkkkkkkkkkkkk...
E o apelido dele é bichano, por que ele não late, ele mia... Juro para vocês kkkkkkkkkkk...
Apenas uma mini reflexão sobre os animais, depois que perdi a Kika e o Nemo, me senti sozinha e o Ted é o que está a mais tempo. Ultimamente não tenho largado do pé dele... Eu devo dar mais atenção.
Em outro post, eu comento sobre o que aconteceu com o Nemo, minha tartaruga. A história é meio surreal, mas infelizmente isso foi real.

É isso galerinha, se você gostou da postagem, então comente aqui embaixo se você tem algum bichinho ou se já teve? E não esquece de curtir a página do mundo ali ao lado ------------>
Beijos galáxicos!