terça-feira, 25 de junho de 2013

Tú e eu, eu e tú

Já se passou um ano e olha a gente aqui... Foram tantas risadas, brigas, choros, loucuras, imprevistos e principalmente amor e mais amor.
Eu bem que poderia contar a nossa história, para deixar guardada aqui no blog, mas não irei fazer isso. Ela ficará apenas em nossa memória e de alguém que um dia queira ouvir, quando estivermos velhinhos.
Eu acho que tudo que nós vivemos, um momento que jamais vou esquecer, foi quando ele foi atrás de mim na chuva, pareceu até cena de filme, é claro que a anta aqui não o beijou. Mas, embora nós dois tenhamos errados naquele dia, foi algo que marcou. Algo engraçado também foi o que aconteceu no shopping, o Gru lá na frente e ele mexendo com o rapaz, só por causa do bebe! Inhaímmmmmmmmmmm...
E no aniversário? A gente tentando dançar forró foi um desastre! Mas o funk... Eu sei que ele queria dançar até o chão. Agora imagina eu dançando funk? Não né! kkkkkkkkkkkkk
O nosso trauma da Blaus kkkkkkkkkk
O faxineiro do Aslan
A sereia...
O mais legal disso, é quando ele vem aqui ou eu vou lá, a amizade surge, jogar um pouquinho...
Bem, há varias coisas que aconteceram, mas não irei citar. Apenas quero que saiba, que não foi por acaso que tudo aconteceu, eu acredito em destino, e você?
Eu sei que não sou tão romântica, mas de uma coisa é certa, eu faço de você o meu romance. 
E eu te amo, tá?






Eu e a endoscopia

Acho que deveria mudar o título do blog para: mentes do meu ser. Hoje eu estou bem, obrigada. E decidi ficar assim, para que ansiedade e estresse? Isso dá rugas. Meu estômago, coitado, agradece.
Enfim, vim aqui contar as últimas... Já tem alguns dias que fui fazer a tal da endoscopia digestiva alta ou apenas endoscopia... Acreditem, eu fiquei tão nervosa com esse exame, que vomitei e tive uma baita diarréia lá na clínica.
Foi assim...
Fiquei em jejum e fui lá mais ou menos 6:30 da manhã, a doida da mulher disse que era por ordem de chegada. Quando aparecei lá ---> 7:00 horas, ela vem me dizer que a endoscopia era feita 9 horas da manhã. O QUE? COMO ASSIM?
Já estava nervosa, iam enfiar um cano em mim, ou melhor, guela a baixo? NÃO ERA POSSÍVEL!
Eu como um ser dramático, fiquei andando para lá e para cá naquela clínica, um frio do caramba e eu lá suando que nem um porco.
Resumindo... Chegou minha vez, fiquei branca, amarela, azul e o arco íris inteiro, a mulher foi simpática e me tranquilizou um pouco, eu fui a primeira da lista (tinha muita gente). Ela aplicou um spray na minha boca e pediu para eu engolir, rapaz, pense no gosto ruim... Digamos que é amargo e tem gosto de flor (sim, eu já comi flor). A minha boca ficou dormente, fiquei desesperada por que não estava sentindo nada, respirei pelo nariz e fui me acalmando, não estava tão ruim assim.

Mulher: Agora você vai morder isso, para que sua boca fique aberta, tudo bem? (É tipo um abridor de boca que tem que ficar mordendo)
Eu: Buga, buga (boca dormente, impossível falar)
Mulher: Eu vou aplicar um medicamento para você relaxar, você pode sentir tonturas ou dormir.

Depois que ela me furou, eu senti tudo rodar e depois dormi. Me lembro de estar sentada com a boca aberta e minha mãe na minha frente me esperando. Ela perguntou se eu conseguia levantar, eu levantei, ela me ajudou um pouco e foi me levando até o carro. Não estava grogue, como muitos dizem que a pessoa fica, apenas estava sonolenta. Depois eu fiquei normal de novo, depois de algumas horas.
Geralmente esse exame assusta muito, pela maneira como ele é feito. Mas você não sente dor, a única coisa chata é isso, que você sai meio "grogue" do exame. E depois que passa a anestesia, o estômago e a garganta doem um pouco, mas não é bem uma dor e sim um desconforto... Depois de um dia, passa.
Graças a Deus que deu tudo certo e para finalizar, estou com gastrite leve.


domingo, 16 de junho de 2013

O poder da mente

Faz um bom tempo que não posto e agora estou aqui ressurgindo, novamente. Eu queria poder escrever coisas boas, mas minha notícia não é agradável.
Descobri que estou doente. Passei uma semana em depressão achando que estava morrendo, emagreci e não conseguia levantar da cama. A vida está repleta de surpresas e eu apenas queria melhorar. Meu braço ainda continua com hematomas das agulhas, nunca pensei que fosse ficar a maior parte dos meus dias na sala de emergência. Agora estou aqui com um novo peso, porém, mais angustiante de todos que eu carrego em minhas costas já tão cansadas. Eu só quero me curar e voltar a ser quem eu costumava ser, quero voltar a rir, quero voltar a sair de casa e conversar com as pessoas.
Eu não consigo sozinha, você costumava ser meu porto seguro, mas eu não poderia te levar junto comigo, seria muito egoísmo da minha parte, se alguém tem que crescer, esse alguém sou eu.
O que eu estou fazendo aqui? Eu apenas queria ser como os outros...
Eu sempre fui uma pessoa fechada, prefiro guardar minhas lágrimas só para mim.