sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Ao deitar

Quando encosto a cabeça no travesseiro, não durmo de imediato. Fico a imaginar sobre tudo e todos, sobre tudo que aconteceu, tudo que acontece e tudo que poderá acontecer. É inevitável, meus pensamentos focam em algumas pessoas.
Uma delas é meu pai, quanta coisa vivenciamos juntos, ele é a pessoa que eu converso, que me dá conselhos, que lê minhas histórias. Não consigo imaginar minha vida sem ele e a situação na qual ele se encontra me sufoca, eu não consigo mais chorar, eu não consigo gritar... Parece tudo tão simples - Como eu queria que fosse -
ah pai... Nnguém imagina o inferno que é meus pensamentos e o amor é como um vírus que esta me destruindo aos poucos, cadê a cura?
Embora meu pai seja o principal fruto triste da arvore do meu coração, há uma outra pessoa que me preocupa. Um amigo, um amor talvez. Eu não queria muda-lo entende? eu só queria melhora-lo e encoraja-lo a tirar as vendas dos olhos, por que? para ver que no mundo existem outros tipos de diversão, mas não adianta, ninguém tem vontade de mudar quando se esta acomodado, a derrota parece mais saborosa a que vontade de melhorar.




- O que eu posso ver se tampão meus olhos? o que eu posso fazer se amarram minhas mãos?
o que eu posso dizer se estou cercada de surdos?
É talvez eu esteja no lugar errado ou acompanhada por pessoas que realmente não se importam comigo.

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