sexta-feira, 21 de julho de 2017

Papo de filhos: Vizinhos

Quem nunca morou em um lugar onde os vizinhos eram a pedra no sapato? Não é a toa que existem muitas músicas e filmes a respeito.
Não generalizando, até por que meus vizinhos de lado são muito legais. O problema são meus vizinhos da frente, não que eles sejam ruins, mas são implicantes. Segue abaixo um relato de uma desventura.
Moro há mais de 6 anos aqui e a entrada para a garagem é alta, pelo fato da casa ser elevada, já que aqui o terreno é baixo e alaga com facilidade. A rua é estreita, mas passam dois carros. O problema está na porta principal do vizinho que fica de frente para a nossa garagem, ou seja, as criaturas insistem em estacionar o carro lá e isso atrapalha meu pai a sair com o carro, mas com muita dificuldade, ele consegue (Tudo bem, está na frente da casa dele, né) se tivessem bom senso, depois de tantas vezes meu pai falar, EDUCADAMENTE, para tirarem o carro de lá, eles estacionavam na frente da garagem deles. Que não empataria em nada e todo mundo sairia ganhando. Mas, o vizinho além de fofoqueiro, é implicante. O tempo passou e meu pai resolveu mudar de carro e esse novo é maior. Conclusão, ele não entra e nem sai se algum carro estiver parado por lá. Nem manobrando e a história se repetiu e ele sempre na calma mandando tirar o carro. A casa desse meu vizinho mora um time de futebol inteiro, não vem ao caso... Só para constar o tanto de pessoa.
Um belo dia, minha avó ligou passando mal e meu pai, avô e tia saíram desesperados para ir na casa dela e adivinha o que aconteceu? Tinha uma merda de carro parado lá, meu pai já tinha buzinado uma vez e entrou com o carro de novo por que tinha esquecido uma coisa. Ninguém, eu disse ninguém, foi lá para tirar o carro. Quando ele saiu de novo, buzinou outra vez, já que estava todo mundo com pressa, minha avó, 89 anos, passando mal. O cara demorou para sair e quando saiu já começou a xingar meu pai e fazer ameaças, dizendo que ia dar um tiro nele. Pode isso? Não, não pode, não bastou ele agredir meu pai com empurrões e palavras de baixo calão,veio a filha dele cheia de razão querendo agredir meu pai e empurrou meu avô (Um idoso) e falando um monte de merda para a minha família. Como se eles tivessem razão de algo que estavam totalmente errados. O que mais me irritou nisso tudo, foi ver essa vagabunda (desculpe a expressão) agredir verbalmente meu pai, fisicamente meu avô e empurrou minha mãe, que depois foi lá tentar separar os dois. Ela ainda xingou minha tia de sapatão (Olha a falta de respeito) e daí que ela é homossexual? Infelizmente minha mãe segurou minha tia, mas eu ficaria muito feliz dever aquela vadia apanhando.
Minha vontade era de prestar queixa contra ela, mas não pode ser eu. Tem que ser meu pai. Eu estava na varanda, era para eu ter filmado e batido foto de tudo. Do carro, da placa e deles. Por que pelo que foi informado, não se pode prestar queixa sem provas. Então todos deixaram isso para lá.
Eu vejo a gravidade dessa briga, por que se acontecer alguma coisa, não terá nada documentado com relação a isso.
Mas tudo bem, como eu sou terrivelmente rancorosa, como já disse em uma postagem. Eu já descobri o nome deles e tenho foto também. Estou só aguardando o dia que eles aparecerem de novo, que eu estarei na varanda para bater foto e se eles estacionarem de novo na frente da nossa garagem. Eu chamarei a polícia e vamos ver quem ri por último. Eu estou com mais raiva dela do que do cara propriamente dito, ele estava bêbado e era um velho.
Infelizmente não pude fazer nada, já que qualquer estresse ou nervosismo que eu passe, meu corpo reage da pior maneira possível, tendo um ataque. Se meu corpo não aguenta uma briga, então eu tenho que agir com inteligência. É assim que eu sobrevivo.

Conclusão, queria deixar registrado aqui esse infortúnio, para que todos tenham cuidado com esse tipo de coisa e que sirva de alerta se caso acontecer algo semelhante com vocês. Se alguém já passou por isso ou souber de alguma coisa que possa ser feito, na polícia, mesmo depois de alguns dias passados. Comente aqui embaixo.
No mais... Mais uma experiência neste mundo bizarro.


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