quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Frozen x Moana

Faz quase 1 mês que não dou as caras. Nem postar vídeo, eu fiz. Minha vida parece a saga Joseph Climber, uma caixinha de surpresa. Para variar alguém quebrou meu notebook e por enquanto,a câmera é a única coisa que não está pegando. Como estou sem celular também, então fica difícil gravar, essa semana vou tentar pegar uma câmera emprestado. Ser pobre é triste :(

A postagem de hoje era para ser um vídeo, já que quarta é dia de vlog. Então o que eu deveria falar, eu vou escrever. Não é bem uma comparação, mas sim falando um pouco de cada filme (Que está no título). As pessoas tem mania de ficar comparando um com o outro e dizer que um não se compara e mi mi mi, a verdade é que todo filme que a Disney lança é cada vez mais melhorado e com certeza eles esperam que o filme atual tenha maior sucesso que o anterior, não é? Seria meio incoerente lançarem um filme esperando ser menos que o outro, não, a tendência é melhorar. Estamos falando de Disney, né, gente?
Vamos começar por Frozen: uma aventura congelante e minha visão a respeito (ignorem o fato de eu gostar muito dele).


Diferente dos filmes anteriores da Disney, Frozen não conta a história de um romance, apesar de ter um no decorrer da história. O foco principal é o amor entre irmãs e como o medo pode destruir essa relação. Elsa é a protagonista que está mais para vilã a que mocinha, por que ela nasceu com a magia do gelo e se encarrega de acreditar que é uma bruxa e que pode acabar com tudo e com todos que ama, Depois de quase ter matado a irmã, Anna, Elsa se fecha em seu próprio mundo com medo dela mesma e do mundo ao seu redor. Muita gente disse que ela era sem sal, que não tinha reação nenhuma, uma personagem inerte. Só que esse é o as da questão, Elsa é para ser assim, por que ela vive com medo das coisas. Ela nunca baixa a guarda, está sempre tensa. O filme mostra claramente isso. As cores azul e branco, que são cores frias ressaltam ainda mais o cenário, por que é para passar para o telespectador a frieza e a falta de expressão da personagem, A pele pálida e o cabelo loiro quase branco também é um símbolo muito forte para nos passar a imagem de pessoa sóbria. Conviver longe da irmã que tanto ama, se privar das coisas que toda criança gosta de fazer por causa de um poder que não sabe controlar e que pode oferecer risco para todo mundo, é para deixar qualquer ser introspectivo. É Elsa é assim. Em paralelo temos Anna, a irmã mais nova, com vermelho, rosa e azul escuro, que são cores quentes, para nos passar alegria e euforia, coisa que a personagem é, já que é falante, ingênua e curiosa, muito diferente de Elsa. Anna, teve tudo que uma criança podia ter, brincadeiras, mesmo que sozinha e a convivência melhor com os pais. A essência do filme basicamente é a buscar pela aceitação do irmão mais velho, coisa que realmente acontece em uma família real, mesmo que irmãos tenham brigas, o mais novo sempre busca o mais velho como inspiração e quer ser notado. Quer ser amigo, provar que também pode ser tão bom quanto o irmão mais velho.
Como Elsa quase matou Anna quando criança, a última não se lembra do que aconteceu e não entende por que Elsa é tão distante dela. Seu maior embate é conseguir a aceitação de Elsa. Isso vem a gosta d´'água no dia da coroação, quando Anna confronta a irmã e o segredo vem á tona. Se sentindo culpada ela vai atrás de Elsa afim de entender e tentar ajudar a irmã a se controlar, já que agora ela finalmente entendeu todo o sofrimento de Elsa durante anos.
A música "Let it go" ícone do filme que ficou "Livre estou" na versão brasileira é a forma mais clara de como Elsa se sentiu durante tanto tempo. Analisando, aparece uma montanha alta e solitária, que seria a materialização de Elsa, sozinha em volta de toda a neve e gelo, sem saber o que fazer a não se fugir e agora ela está se descobrindo e vendo seus limites. Tanto que no final da música, ela pode ver o sol brilhando e agora ela não se sente mais no escuro, no frio e na solidão.
O filme em si é simples, mas tem um simbolismo muito forte que é o amor, mesmo estando sobre pressão, mesmo qual for os problemas, se você acreditar em alguém e tiver amor, até o gelo mais duro pode ser derretido. O filme foi muito aclamado e também muito odiado, mas minha opinião é que todo filme que vira modinha o pessoal enche o saco. Aconteceu com o jogo Pokemon go, virou moda e todo mundo começou a pegar no pé de quem jogava. Se não tivesse feito sucesso, ninguém falaria mal. Tem gente que não gosta do Rei Leão, acreditam?
Finalizando, a única coisa estranha no filme foi a dublagem da Elsa que não ficou tão boa. Mas é um filme que mereceu fazer sucesso.

Agora, Moana, que vi semana passada no cinema e foi outro que eu gostei muito e claro, totalmente diferente de Frozen. Temática mais "aborígene" como eu posso dizer, Sendo que a história se passa na Polinésia.


Moana, assim como Frozen, também foge da tradicional príncipe e princesa e aquele romance todo. O filme foca no "quem sou eu" - A protagonista passa a infância sendo instruída a ser a chefe da vila depois do seu pai, mais seu coração chama por outra coisa, o mar e como toda fantasia, o mar a escolhe para realizar uma grande jornada e nela, Moana poderá finalmente encontrar o verdadeiro eu.
Particularmente não entendi bem a essência do filme, por que meio que a explicação para os acontecimentos foram um tanto fracos. Mas acredito que a perseverança de você continuar a fazer o que você nasceu para fazer é o foco principal. O filme é bem colorido, o que lembra muito Lilo e Stich, cores quentes e alegres.
Te fiti é uma deusa da primavera e espalha flores e vida a todas as outras ilhas. O semi Deus Maui roubou o coração dela para poder dar ao seu povo uma prova de que ele era capaz de ser um heroi. Só que ao roubar o coração dela, ela se transforma em um monstro de lava chamado Te ka que o derrota, mandando Maui para uma ilha deserta sem seu cajado. Te Ka é um monstro terrível e sem seu coração começa a amaldiçoar outras ilhas, levando escuridão e miséria.
Moana cresceu ouvindo essas histórias de sua avó e todos, inclusive seu pai, sempre a faziam desacreditar nisso. Mas o destino dela já estava traçado, por que o mar a escolheu para a missão. A princípio, ela queria fazer Maui devolver o coração de Te fiti já que foi ele que roubou, só que Moana descobre que na verdade ela era a única que poderia fazer isso. Sendo assim, restaurar o equilíbrio natural das coisas e devolver o sonho de navegar dos antepassados ao seu povo.
O que eu mais gostei desse filme, foi a dublagem brasileira. Por que a voz da Any Gabrielly se encaixou muito na personalidade forte e ao mesmo tempo inocente de Moana. Eu vi a dublagem original e achei que a voz da mulher era muito adulta e na hora de cantar não teve tanto sentimento quanto a versão brasileira. É a fusão do personagem com a dubladora, o que é bem difícil conciliar.


Enfim, é isso galera, postagem depois de séculos e esperam que tenham gostado!
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BEIJOS GALAXICOS

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