sexta-feira, 23 de agosto de 2013

The last sunset

O sentimento que exala do coração e que tem um aroma doce, foi perdido no último pôr do sol. Alguém faleceu. Serei um eterno erro, desde o principio e talvez até o fim e eu não mudarei, por que essa característica é o que me faz ser quem eu sou. Eu sou eu e existe gente que gosta de mim, é, existe sim.
Personalidade não dá para mudar e nem melhorar, é simplesmente fixa.
Eu queria ter nascido normalmente e não importa quantas palavras as pessoas me digam, não importa o quanto elas me façam me sentir bem. Isso não vai ser apagado da minha memória, nada preencherá  o vazio que eu sinto. Eu queria ser ruiva e ter um olho castanho e outro verde. Queria falar bonito, queria ter seios grandes, queria ter um nariz reto, um corpo legal, ser alta, mas sou totalmente diferente do que eu gostaria de ser, bem, a maioria das pessoas não estão satisfeitas com o que são, eu concordo, por que ainda não me aceitei por inteiro.
Havia 14 meses que eu não via a escuridão e hoje, o sol se escondeu para nunca mais voltar e se voltar, talvez eu não o enxergue mais. Costumava existir uma porta em minha frente, porém a cada passo que eu dou, ela se afasta um pouco mais de distância.
Eu apenas não sei mais o que escrever, parece que uma parede caiu em cima de mim, essas lágrimas, eu não consigo pará-las, eu prometi para mim mesma que não iria deixar isso acontecer, não mais.
O medo me consome... Eles se foram, para nunca mais voltar.

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